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A base de um método de verificação das leis biológicas

São duas as condições necessárias e imprescindíveis para compreender o paradigma das Leis Biológicas:

- A primeira condição é estar disposto a cabeça: não são conhecimentos e noções que podem ser juntadas ao que sabemos até hoje, mas sim uma forma que revoluciona e deixa de pernas pro alto o que sabíamos até agora. É um caminho complicado e que requer muita coragem.
- A segunda condição é, como para qualquer aprendizagem que se deseja integrar, experimentar e verificar.

Se para a primeira condição o fato de estar dedicando o seu tempo a ler isso é um bom sinal de disponibilidade à mudança, para a segunda vou tentar lhe dar alguma sugestão prática.
Mas que fique claro que isso é uma aproximação didática e não pode substituir um diagnóstico médico ou modificar a cura relativa.

A primeira coisa que se deve abolir é o princípio psicossomático: o corpo “está mal” ou manifesta sintomas quando se relaxa ou se afasta do “estresse”, e não o contrário.
Então, quando aparece um sintoma, na maioria dos casos, já se “resolveu o conflito biológico”.
Por esse motivo o DHS é a última coisa que se deve buscar, em contrapartida, é muito importante buscar a conflitólise, o momento em que o corpo entra em fase de reparação com os sintomas febris, dores e todo o resto.
O jogo consiste em se concentrar na CL.
Para entender esse princípio deve, ao menos, estudar a segunda lei.


Agora, digamos que lhe aparece um sintoma, como uma vermelhidão na pele que apareceu uma tarde e que mais cedo não estava, ou uma dor de cabeça que está presente ao se levantar, ou o lábio um pouco inchado, ou uma dor na coluna na hora do jantar que pela manhã não estava.
Deve usar um sintoma que não seja crônico, porque esse sintoma crônico que está mais ou menos sempre, é gerado por uma situação que faz parte diariamente da sua vida e da sua identidade, e por isso é muito difícil de ver. Porque se pudesse vê-lo com certeza teria feito algo diferente e o sintoma teria desaparecido.
Este é o caso que se pode solicitar ajuda de um profissional.

O procedimento é o seguinte:
Tenho uma vermelhidão na parte interna do braço e um pouco na coluna que aparece à noite e que não estava presente à tarde.
- Vá à seção de ETIOLOGIA desta página e busque um sintoma similar e encontre que a epiderme é um tecido que reduz sua função em fase ativa (sem sintomas evidentes) e se inflama e avermelha em solução. Então, essa vermelhidão é uma solução.
- Encontrará também que a pele responde à percepção biológica de “perda de contato”.
- Tente recordar o horário que apareceram os sintomas e a essa hora, poucos minutos antes, máximo meia hora antes (talvez não tenha se dado conta logo após a vermelhidão), com quem você recuperou um contato, quem você conseguiu voltar a abraçar, no sentido material ou também, poderia ser com uma chamada telefônica. Aqui é necessário ser preciso, não se pode dizer “ontem” se esta manhã o sintoma não estava. Poucos minutos ou no máximo duas horas antes de ter aparecido o sintoma.
-Quando o encontrar, verifique a relação e pode ver sobre sua “própria pele”quanto o seu corpo sofreu essa separação. Poderá também pensar “eu já não me importava mais com isso” é porovável, mas nosso corpo não mente, nossa cabeça é a que nos prega peça.
Talvez possa se alegrar por ter aprendido algo do seu corpo.
- Agora pode fazer o que sempre fez ou como ache oportuno.


Se acorda com uma grande dor de cabeça, novidade para você.
- Vá procurar na seção de ETIOLOGIA, a dor de cabeça e encontrará que é produzido, na maioria dos casos, por compressões cervicais, tecido do mesoderma novo, que atrofia em fase ativa e em solução se inflama, produzindo a compressão dolorosa dos nervos. A dor acontece então em solução.
- Encontrará que esse tecido mesodérmico responde a “não se sentir apto para fazer alguma coisa” e, em particular, as cervicais “não se sentir apto ou à altura”, sobretudo intelectualmente.
- Sabe que acordou com a dor e que na noite anterior não sentia nada. Então, à noite, um momento antes de ir dormir, aconteceu alguma coisa onde sentiu “não consegui” ou porque discutiu com alguém ou porque recebeu uma boa notícia ou pôde realizar alguma tarefa que te deixava tenso.
Se é hemicraniana (só de um lado), pode verificar também a lateralidade destro/canhoto; se é do lado não dominante “se sentiu apto” em relação a mãe/filho (ou em relação a quem você percebe como tal). Se é do lado dominante se relaciona a pai/parceiro/resto do mundo.
- Agora faça o que sempre fez ou como ache oportuno.

Lábio inferior inchado
- Busque um sintoma similar e encontrará que a pele do labio inferior é tecido ectodérmico, que se ulcera em fase ativa e incha em fase de solução. Está então em uma fase de solução, de um sentido biológico de “perda de contato”.
O lábio inferior, que participa na fala, corresponde a uma perda de contato verval.
- A pergunta a se fazer é “com quem eu pude falar e fazia tempo que não o fazia?”, “a quem eu pude dizer o que eu tanto necessitava dizer?”. Seja no sentido material ou uma carta, email, etc.
Também aqui é válida a lateralidade destro/canhoto.
- Proceda como sempre fez ou como ache oportuno.


Note que neste procedimento deve prestar atenção ao sintoma, a manifestação física que vê no corpo e não ao nome que é dado no diagnóstico.
Por exemplo, o nome “herpes” não dá nenhuma informação útil à investigação, deve permanecer focado no que acontece de concreto no corpo: o meu lábio está inchado?, é o lábio inferior?, lado direito ou esquerdo?, se vê pequenas bolhas?, etc.
Aqui uma explicação mais detalhada para a avaliação dos sintomas e exemplos.

Como a matéria é, no fundo, simples (muito linear) mas também muito ampla, é importante ter em conta que um erro na avaliação e o risco de fazer interpretações é selvagem e indomável, especialmente no começo.
A linguagem biológica é muito concreta e terrestre e é por isso que nosso cérebro, acostumado a trabalhar na nuvem filosófica, custa a entender.
Na verdade, outra ideia que deve ser desfeita para poder fazer uma análise deste tipo é o tema psicológico, segundo o qual pensar ou entender uma situação ou tomar uma consciência produz por si só uma mudança na percepção biológica.
Não é assim, portanto na busca do evento CL, será necessário ir à caça de um fato concreto que permitiu que o organismo perceba que foi produzida uma mudança, uma ação real, que pode inclusive ter passado desapercebida, e não uma mudança de pensamento.

Este procedimento deve ser encarado com o gosto da curiosidade e com o desejo de verificar uma coisa indiscutível: se comecei a me sentir mal, um tempo antes eu libertei ou soltei alguma coisa. Se não fui perspicaz, posso tentar descobrir e aprender com meu corpo.
Aprofundando na matéria se pode agregar detalhes e mais precisões.

Então, as regras básicas deste procedimento são:
- Buscar a Conflitólise (CL) em um fato concreto e não o DHS (o choque biológico).
- Verificar em você mesmo: experimentar as leis biológicas para poder acreditar e começar a integra-las. Que não quer dizer fazer terapia! (como comumente alguns nos fazem acreditar que “conhecendo o conflito, o mesmo se resolve”).

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Equipe de tradução e direção

5 Leis Biológicas Brasil

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